Um casal sentado num cais em frente ao mar.
Capa do livro

No Palace Hotel Cais dos Amores, uma pintora, um coronel e uma professora gostavam de gastar o tempo a adivinhar as alegrias, as tensões ou as contradições de quem entrava e saía, de quem saía e entrava e, ainda, dos que voltavam a entrar e voltavam a sair. Apesar de construído depois da Revolução, o Palace Hotel, batido pelos ventos e sóis de São Martinho do Porto, já contava, no entanto, com um razoável “acervo” de histórias de amores e desamores, de encontros e desencontros e até de narrativas “requentadas” da Guerra Colonial.

Tudo isto se passava sob os olhares discretamente “vigilantes” do Mário e da Ana, até ao dia em que esta “abandonou” a filha, no Circo, e partiu para Barcelona à procura de novos “encantos” ou de “encantos” renovados. Quase em simultâneo (coincidência?), aconteceu a ida, para Itália, do Lopes, tido como a “alma” do hotel, até porque, além do mais, estava sempre disponível para indicar aos “passantes” lugares de convívio ou para “sugerir” aos mais “abandonados” uma companhia para as “noites vazias”…

Âncora Editora
ISBN: 978 972 780 369 9
Outubro de 2025
210 Páginas